"A morte do homem começa no instante em que ele desiste de
aprender."


It's all a big mistake.



Sabe quando você aposta alto de mais e acaba se arrependendo logo que o jogo começa?
Como daquelas vezes que aposta uma amizade por um amor que pode ou não durar, e que mesmo que dure, jamais durará mais do que uma verdadeira amizade?

às vezes perdemos o rumo por impulso. Isso me faz lembrar de vezes que não perdoamos pessoas que cometem erros como este. As vezes aquilo que guia nossas mentes pode parecer mais racional e correto do que o que se havia premeditado.
Repensando, não é exatamente um motivo para que se seja perdoado o erro. Me lembro que toda vez que cometi um erro consciênte, me ocorria à mente a imagem de uma pista muito larga e plana e um desvio estreito e pedregoso. Claro, a pista larga é muito mais fácil e prazerosa. Sequer nos lembramos de que o pequeno desvio está alí.
E é nessa hora que destinguimos aqueles de carater e de bom coração. Aqueles com força o suficiente para encarar um caminho dificil por mais longo e doído que ele possa ser, de tal forma que a 'recompensa' seja muito maior do que a dor.

Encarando dessa forma, acredito que não valha a pena apostar o que vemos, por algo que não temos idéia se sequer existe. É como preferir um passarinho na mão , do que dois voando.
Ou não exatamente isso, mas algo do tipo.

Acho que prefiro seguir a estrada estreita.

'livros e carnavais.

Só pra atualizar, estou no bendito terceiro ano do colégio, e sim, estou quase enlouquecendo com a pressão que o colégio e sociedade estão exercendo sobre mim e sobre meus colegas de classe. Mas todos ( ou quase todos) temos que passar por isso um dia.

Antes do meu (infeliz) carnaval , eu definitivamente não queria voltar a estudar. Na verdade, meus quatro dias de folga ( supostamente reservados para atualizar a matéria) foram repletos de compras, gastos, idas à praia e a bares e restaurantes interessantes... Além disso, pude terminar de ler minha triste série do House of Night.
Juro que poderia criticar aqueles livros por horas, mas ao fim, acabaria por me contradizer, pois não pude deixar de lê-los por mais de um dia.

Remexendo caixas velhas, encontrei o livro " O vencedor está só" do Paulo Coelho. Me lembro que li um dos livros dele quando era mais nova. Não digo que tenha sido a melhor escolha que fiz, mas gostei muito da forma que o autor se expressava . Porém, sem nada pra fazer, peguei este último livro que encontrei e o abri na tentativa de me intreter. Não obtive sucesso. Não sei se faltou criatividade e força de vontade na hora de escrever a história para Paulo Coelho, ou se ele realmente escreve de forma tão persuasiva. Não digo persuasiva como um elogio, mas como se a forma que PC se utilizou neste livro fosse extremamente ... vendida? Não acredito que essa seja a palavra ideal, mas algo do tipo. Uma persuasão barata, daquelas que convencem os leitores de mente fraca, podendo, inclusive, lhes fazer mudar de opnião quanto a assuntos externos.
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As aulas da CCB vão começar dia 22. Infelizmente me matriculei em uma turma formada, ou seja, todos já se conhecem e possuem laços. Não será tão fácil me inturmar quanto em uma turma recém formada. Há alguns dias conversei com o Junior, e me parece que ele voltará para a cultura também. Acredito que nos veremos no período de aulas.A Helaine está no mesmo horário que eu.
Ao fim do semestre, receberemos nossos certificados de conclusão e estaremos "formados" em inglês diante da UFC. Ou mais ou menos isso.

Fazia tanto tempo que não conseguia escrever um verdadeiro post neste blog. Algum avanço! ;)

Falando nisso, tenho uma redação infeliz para entregar amanhã e sequer toquei na folha resposta.
Não é nada divertido estar no terceiro ano, como haviam me dito. :(


PS.: Antes de divulgar este post, resolvi pesquisar a respeito do livro que critiquei " o vencedor está só" de Paulo Coelho. Encontrei uma bela crítica a fábrica de dinheiro que rodeia o autor, apesar de um pouco exagerada.

... Se bater a curiosidade : http://www.scribd.com/doc/4043350/Tudo-sobre-o-livro-O-Vencedor-esta-so-de-Paulo-Coelho-critica